Com que óculos eu vou? - TRAGARTE

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Com que óculos eu vou?

Com que óculos eu vou?

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Semana passada, resolvi ir ao oculista, antes, que a minha visão virasse um borrão, já, que a minha miopia disparou em seu grau. É impressionante a quantidade de armações de óculos que andam invadindo as lojas e vidas de diferentes pessoas. Eles são de todos os tamanhos, tipos, cores, design e o mais importante, preços. Se você andou a procura de óculos e viu na sua frente um monte de nomes e adjetivos engraçados e até estranhos para definirem a sua nova compra, não se assuste. Na procura de um modelo para o formato do meu rosto e gosto, me deparei com tanta variedade que ao final de tudo, não fiquei com nenhum.
Fui a diferentes lojas e vi vários rostos felizes estampados em folder’s, que sinceramente, mais me faziam pensar no quanto aquela pessoa ganhou para estar ali com um óculos tão “brega” e um sorriso tão lindo.
Perguntei a várias funcionárias sobre diferenciados modelos, experimentei alguns, olhava no espelho e desistia. Outras vezes, desistir dos óculos ia além do gosto, caia direto no bolso, sim, porque todos os modelos dos quais me agradei eram simplesmente caros ou “super caros”.
Depois de muito andar, parti para a mais prática ferramenta de procura, a internet. Olhei fotos, pesquisei sites, observei preços e confesso que me senti mais feliz em estar ali na minha cadeira a observar todos aqueles óculos. Interessei-me muito por uma armação em particular, mas, bem na hora que perguntei ao suposto dono da loja virtual qual era o endereço para que pudesse experimentar os óculos em meu rosto, recebo a resposta mais óbvia para essa situação – “Os produtos destacados em nossa loja são somente vendidos pela internet”, sim, claro que estamos no mundo virtual, mas nem por um preço muito baixo me arriscaria a comprar gato por lebre. Até porque, a frustração em esperar a armação para depois receber o produto e constatar que não era o da foto, falava mais alto. Lógico que já comprei vários objetos, roupas e “bugiganga” pela internet, só que um óculos de grau é tão peculiar. Sinceramente, não queria sair na rua com um óculos que desse dois do meu rosto, ou pior, que fossem daquelas armações tão miúdas que se perdem em meio a fisionomia. Se bem, que hoje em dia o tamanho da armação nem condiz tanto com o tamanho ideal para o formato do nariz, olhos, testa e todo o conjunto em si.
Depois de muito procurar sobre o meu “futuro auxílio” na leitura, descobri muitas coisas interessantes sobre a sua história, inclusive, um museu em sua homenagem.
E que hoje, os óculos tem muito mais haver com o status e estilo do que com a necessidade real, apesar, que isso é informação antiga, já, que o mercado oferece um arsenal enorme deles, daí então, voltamos ao assunto do início da minha trajetória, o preço.
Enfim, só sei que ao final do dia, fiz uma lista de lojas e modelos que mais me agradaram e o que me resta agora é ir em busca deles pelo Estado a fora, só espero que até a fase final dessa minha procura eu não tenha aumentado mais dois graus do meu problema tentando enxergar os endereços e números das respectivas lojas e seus óculos.


Os óculos através da história:
(Clique para ampliar)




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