Serão produzidos cerca de 40 mil discos por mês para várias gravadoras, que ficarão encarregadas do processo de embalagem e distribuição. O preço sairá até duas vezes e meia mais barato que o vinil gringo. Segundo o novo dono da fábrica, a demanda de novas fabricações é enorme, o que sugere uma boa produção de LP's no futuro.
Como não se fabricam mais maquinários para a produção desses vinis, toda a fábrica está sendo reaproveitada e recebendo a tradicional recauchutada para voltar à ativa nesse século XXI. Bom, só espero que eles voltem a fabricar também um ítem indispensável, as afamadas agulhas de vitrola!
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